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Arquivo,
Museu, Biblioteca, Capela, a Cáritas e outras. Possui
auditórios, refeitório e salas para reuniões,
cursos e encontros em nível arquidiocesano.
Outra marca importante de Dom Albano foi o aprimoramento da
organização econômica e administrativa da
Arquidiocese. Criou a Pastoral do Dízimo e o Conselho
Econômico Arquidiocesano (CEA); o Tribunal Eclesiástico
Inter diocesano de Londrina, o Arquivo, a Cáritas Arquidiocesana.
Auxiliou, ainda, no projeto das Igrejas Irmãs, cujo objetivo
era criar comunidades na periferia e zona rural, mantendo-as
até que pudessem caminhar de forma autônoma.
Em 2002, surgiu o Fundo Arquidiocesano da Partilha (FAP), para
atender o compromisso assumido no XIV Plano de Ação
Evangelizadora, Projeto Igreja Missionária da Comunhão
e Partilha. Foi uma iniciativa inovadora, com o propósito
de auxiliar na sustentação de padres e religiosas
que vivem em núcleos de pobreza, bem como na construção
e reforma de capelas e salas de catequese.
Escreveu dois livros: Bispo ensina-me a rezar em
1999, uma compilação de muitas orações
que ele fez para diferentes ocasiões; Fotografando
a história de um amor materno, em 2002, uma homenagem
à sua mãe, Dona Celestina.
Dom Albano foi um arcebispo sempre atento e preocupado com o
povo e as instituições. Muito procurado para aconselhar,
ajudar a solucionar problemas, sobretudo em momentos críticos
da sociedade. Esta mesma sociedade reconheceu seu valor e concedeu-lhe
vários Títulos: Cidadão Honorário
de Londrina, pela Câmara Municipal; Comenda Grão
de Café, pela Câmara Municipal de Cambé;
Doutor Honoris Causa, pela Universidade Estadual de Londrina
e pela PUC.
Ficará na história desta arquidiocese como um
bispo de fala simples e clara, um contador de histórias,
o bispo catequista, um pastor zeloso e realizador, o bispo das
missões populares, que amou profundamente seu povo. |
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